Roupas de Cobertor

Julho 31, 2007


Roupas de Cobertor Vão a Leilão Beneficente fonte uol

A mostra beneficente “Terceira Noite do Cobertor” traz criações assinadas por estilistas como Reinaldo Lourenço, Lino Villaventura, Isabela Capeto, Tereza Santos e Valdemar Iódice, feitas a partir de cobertores da marca Sonopaz.

Expostos até o dia 07/8, os looks todos estão à venda por meio de leilões. Os lances devem ser feitos por email e o valor arrecadado será revertido em cobertores doados a instituições de caridade.

Eu aqui, dos baixos dos 4 graus da serra, me pergunto:
Porque não colocar em todas as vitrines?
Porque não deixar a criatividade de novos talentos (com poucas chances no mercado) participar também?
Porque não popularizar esta idéia genial?

Tenho certeza de que o valor arrecadado seria muito maior, e que com uma ajudazinha da moda, todos estaríamos mais quentinhos rsrsrs.

Não tenho $$$ para participar do leilão, mas com certeza vou fazer algo no estilo, porque ficar no freezer é coisa prá vodka!
Photo Sharing and Video Hosting at Photobucket


Blog terapia

Julho 29, 2007


É inacreditável como o simples fato de “limpar o baú”, pode nos fazer bem.
Quando comecei a fazer este blog, sequer passou pela minha cabeça tal coisa.
Faz pouco tempo ainda, mas já me sinto como naqueles dias em que eu saia da terapia, sabendo que tinha gasto bem o meu dinheiro!
E olha que aqui é tudo de graça.

Não é nenhuma novidade pra mim e acho que para um monte de gente que lê isso agora também, (se é que tem alguém lendo), que escrever é uma das melhores terapias que existem. Já li em vários livros de auto-ajuda, passando por revistas femininas (as masculinas indicam mais sexo) e chegando à minha “mestra maior” que é a escritora americana Louise Hay, que leio acredito que há uns 15 anos.
Mas, o efeito bloguistico é outro.

O fato de saber que o que estava dentro de você saiu e que agora se tornou público em esfera global, me deu a sensação de ter um filho. Aquilo não poderá voltar para dentro novamente, a partir daí, caiu no mundo e você não tem mais o controle.

Vêm opiniões, vão outras tantas, surgem identificações, incentivos, amizades, solidariedade e muitas outras coisas. Porém uma das melhores experimentadas até o momento é a de sentir esta coisa meio mágica de “leveza interior.”
Escrevi 3 posts sobre coisas que eu não falaria assim para qualquer um, no entanto joguei isso pelo mundo a fora.
E é aí, bem aí, que está o ponto. A internet te deixa relaxado a ponto de você colocar ali, o que talvez não tenha contado para ninguém (você poderá sempre negar), mas no fundo de você, sabe o quanto de suas verdades existe no post ou não.

Andei buscando por posts que falassem sobre o assunto e achei poucos, não sei se somente eu e mais meia dúzia de malucos sentimos o mesmo, ou se eu não tive a sorte nas minhas buscas ou se acabo de descobrir a roda…
Bhãmm.

Agradeço a quem inventou o blog.

Agradeço ao Alex Castro, que me mandava suas crônicas em 2003 por e-mail e ainda era o Alexandre Cruz, quando eu nem sabia o que era um blog e depois que perdi a conta do e-mail onde ele mandava as crônicas, o icq e não sabia mais onde ele estava… Kkkk

Peço desculpas a todos que xinguei até pouco tempo atrás quando eu procurava algo no Google e caia num blog e eu queria morrer e xingava mais um pouco dizendo: aiiiiii lá vem estas coisas piscantes e pulantes…

Agradeço a Paula do Made in Napoli, que depois de anos, foi o primeiro blog que entrei (por acaso), mas achei interessante logo de cara, li deixei um comentário e hoje leio (por prazer).

Agradeço a Meiroca do Pensieri e Parole que foi o primeiro blog que intencionalmente acessei e hoje em dia é o primeiro que clico quando levanto.

Agradeço a todos os blogueiros que está ai na rede, desde sempre, para que eu possa atualmente aprender com eles.

Agradeço a todos que escrevem seus blogs com assuntos interessantíssimos que entro, leio e às vezes deixo um comentário, às vezes não.

Agradeço ao blog do Liberati, onde peguei a charge do Freud, para montar a imagem deste post.

E finalmente agradeço ao incentivo de vários anônimos que me estimularam a fazer um blog pra mim.


Moro na roça! … Final.

Julho 28, 2007


Dez anos, depois…
Meu filho foi morar sozinho então apostei meu futuro.
Estava desempregada, de saco cheio de um monte de coisas no Brasil
E pensei, vou finalmente conhecer a Itália.
O que tinha a perder?
Desde criança sempre fui apaixonada pela Itália, sem que nem porque, pois não tenho sequer uma gota de sangue italiano!
Mas esta é uma estória que depois eu conto.

Porém foi quando voltei de lá, há quase três anos, que comecei a entender que deveria “tomar posse” do que era meu.

Cheguei ao aeroporto de Cumbica, com 20 euros no bolso, muita tristeza, angústia no peito e frustração, mas com uma certeza:
Eu tinha ido do outro lado do oceano querendo trabalhar em restaurações da história de uma região, mas que seu povo estava pouco preocupado com isso, enquanto que eu tinha deixado ruir parte da minha própria história aqui, o que me preocupava muito!

Acabei chegando de surpresa, inclusive pra eu mesma, pois confundi o fuso horário e pensei que chegaria 24 horas depois. Não tinha ninguém no aeroporto claro.
Liguei para uma amiga que me pegou e passei a noite em sua casa, sem pregar o olho, estava morta de cansaço, mas não conseguia dormir.
Pela manhã avisei a todos que eu já estava em São Paulo e à tarde, meu irmão me levou para Mairiporã.

Festa, alegria, abraços emocionados, comidinha brasileira e a maravilhosa torta de palmito com bacalhau, que eu amo e só mesmo minha mãe sabe fazer.

Apesar de estar com muitas saudades do Brasil, eu só fazia pensar em como seria minha vida dali pra frente.
Eu dera todas as coisas da minha casa para meu filho montar o apartamento dele, (eu não pretendia voltar), estava sem trabalho e sem dinheiro, o que fazer?
Nada!
Somente deitar e tentar relaxar um pouco, dormir, acertar o fuso mental, pois eu jamais havia chorado tanto em minha vida, num espaço de tempo tão curto.

Entrei no quarto que pertencera a meu filho, quando morávamos nesta casa. Eu estava por demais fragilizada, confusa e sem notar detalhes, mas era impossível não ver no que, minha mãe tinha transformado aquele quarto.
Para vocês terem uma idéia, havia somente “uma trilha” para se chegar à cama, o restante do espaço, estava tomado por zentas mil quinquilharias.
Graças a Deus, o cansaço e o desejo de fuga, foram maiores e me venceram. Dormi.

Abri os olhos e a primeira visão que tive, foi daquela cortina detestável na janela, olhei envolta e me senti a cereja do Sundae, (um pontinho) no meio de um monte de sorvete. E disse a mim mesma:
- Fora desta cama já!
- Quer sua casa de volta?
- Tome posse!

Óbvio, nunca pretendi tirar meus pais daqui, mas com a minha ausência total, percebi que, enquanto eu não fizesse minha mãe parar, ela iria continuar mais e mais fazendo tudo o que achava que era bom para ela e eu não para mim.

Uma vez que, eu deveria voltar a viver naquela casa, (não tinha saída), ela teria que ser do “nosso” jeito, nem só do meu e não só do dela.
Estava claro, a culpada era eu mesma, não estabeleci regras, não impus limites, o pior, não havia conversado, simplesmente abri mão.
Estava mais que na hora de mudar isso.
Levantei e comecei o que ainda hoje, (depois de três anos) estou terminando.

Foi um choque para minha mãe, que não esperava que eu pulasse da cama, diretamente para “meter as mãos na massa.”

A Dona Zenith (este é o nome da minha mãe) é gente boa. Tem um coração enorme, sempre carinhosa e preocupada com todos, seu único problema é gostar de juntar coisas inúteis e achar que tudo pode virar árvore, inclusive um pé de couve.
O que foi um jardim, ainda não era uma floresta, mas já era um bosque.

Troquei os 20 euros e comprei ferramentas de jardinagem. Iniciei o “corta corta” e ela atrás de mim:
- Anastácia, nãoooooooooooooooo, não corte isso, não pode aquilo, você vai matar as minhas plantas.
- Eu, matar?
- Eu adoro plantas, já falei isso, estou tentando fortificar as plantas mãe!
- Filha, vai ficar tudo “pelado.”

Pelado?
Bingo!
Descobri o fundamental, ela acreditava em preencher os espaços, daí tamanha necessidade de juntar coisas e deixar as plantas crescer de sol a sol, sem podas, mesmo estando sem frutos, ou flores, ela não se atrevia em cortar, sequer as ervas daninhas.
Pudico de mais, não crêem?
Uma casa com um jardim “pelado” só mesmo minha mãe.

Ainda hoje, brigamos um pouquinho por conta da casa e das plantas, mas a evolução é estupenda:

. Foi construída uma suíte confortável, independente e AMPLA pra mim.

. Parte do que era o gramado imenso foi pavimentado. Só estou esperando uma mesinha com altura de 30 cm em mosaico que um amigo me prometeu e que serve para apoiar uma cervejinha gelada. Vamos nos sentar nas cadeiras de madeira que estão lá e simplesmente ficar sentindo o tempo passar, enquanto jogamos conversa fora e bebericamos nossa breja.

. A horta tem seu espaço definido por canteiros de alvenaria e trilhas de pavimento para que se possa ir e voltar para a casa sem barro nos pés e ali tem:
Couve, pimenta, alface, almeirão, salsa, cebolinha, manjericão, hortelã, poejo, gengibre, e mais muitas coisas fresquinhas e sem agrotóxicos, esta semana plantei espinafre, brócolis, escarola e salsão.
Quando pegar minha máquina fotográfica postarei umas fotos para vocês verem que bonito.

. Foi trocado o portão de madeira (despencando) por um de ferro.

. Ainda falta construir / fazer:
- Meu estúdio de pintura, tipo água furtada.
- Reformar o telhado, a cozinha e o quarto da minha mãe.
- Uma mesa que caiba a família inteira.
- Uma churrasqueira e forno.
- Uma cozinha caipira.
- Pintar o portão.

Mas eu chego, lá.

Ah, também foi construído floreiras em alguns pontos e uma delas, está reservada, plantarei as tulipas, que Miss Mills, ficou de mandar as sementes.
Mas minha mãe ainda tem vasos e diz que eu tenho muita frescura, por que moro na roça!


Convocação

Julho 26, 2007

Recebi a convocação da Meiroca, para 2 manifestaçoes, uma do dia 29 de julho e outra no dia 18 de agosto.

(Copiei na íntegra, ok Meirinha?
E finalmente, consegui entender como se faz para inserir o link no lugar desejado. Incrível como depois de aprender a coisa parece tão óbvia! rs)

1 – Convocaçao Geral para uma caminhada neste domingo (29/07/2007).

VAMOS DIVULGAR, PARTICIPAR E REALIZAR.

A SOCIEDADE BRASILEIRA EXIGE RESPEITO !

Convocamos TODA A SOCIEDADE para uma caminhada ate’ o local do acidenteda aeronave TAM 3054 neste proximo domingo, as 9 horas, partindo do Monumento as Bandeiras. Esta mobilizaçao tem como objetivos apoiar as familias que perderam seus parentes em acidentes aereos, homenagear os nossos bombeiros, recrutar todos os brasileiros para participarem de um amplo movimento nacional pela Segurança Aerea e inibir os abusos aque estamos sendo submetidos.

Exigimos RESPEITO e soluçoes IMEDIATAS por parte do nosso Governo.Os culpados devem ser imediatamente afastados e punidos exemplarmente. Basta de passividade e tolerancia.

E’ HORA DE AGIR !
(DIVULGUE ESTA INICIATIVA)

INFORMAÇOES:
DATA: 29 de julho (Domingo).
HORARIO: 9 horas
ROTEIRO:SAO PAULO – Saida: Monumento das Bandeiras (em frente ao Parque Ibirapuera); segue em direçao a Av. Republica do Libano; Av.Indianopolis; Av. Moreira Guimaraes ate’ aAv. Washington Luis, em frente aoTerminal de Cargas da TAM EXPRESS.

SUGESTAO: Levar flores em homenagem as vitimas do acidente e vestir uma peça preta (simbolizar luto).

2 – 18 de Agosto – NO/FLY DAY
Um ato de protesto contra o descaso aereo

O Objetivo do NO/FLY DAY e’ fazer um ato de protesto da populaçao (um ato pacifico e a-partidario) contra a incompetencia do governo federal/ agencias/ empresas aereas para dar uma soluçao ao problema aereo que ja’ vem dando claros sinais de colapso muito antes do acidente da GOL e, depois de nada feito, culminando com o acidente da TAM dia 17/7.

Este ato de protesto sera’ um dia de greve de passageiros em todo o Brasil ­18 de Agosto – NO/FLY DAY. Com isso mostraremos aos governantes e responsaveis pore ste caos que o publico nao e’ bobo e sabe se organizar. Em Sao Paulo, faremos uma passeata do Ibirapuera a Congonhas em homenagem as
vitimas.

Esse protesto e’ uma forma da populaçao dar uma demonstraçao organizada e forte sobre o absurdo que estamos vivendo: as empresas aereas nao fazem nada por terem interesses economicos em jogo, as agencias estao corrompidas e ineficientes, nos, os usuarios do sistema, temos como unica forma de protesto gritar nos balcoes das empresas aereas (o que nada resolve) e colocar notas / cartas nas colunas de leitores dos jornais.

Se Voce e’ mora fora da Capital (SP)
Faça um ato de protesto nesse dia e nao viaje de aviao. Convença um amigo ou parente a fazer o mesmo, e diga a ele/ela para convencer o proximo.

Se Voce mora na Capital(SP)
Alem de nao voar nesse dia venha ao obelisco do Ibirapuera Sabado, 18 de Agosto, as 16 hrs. As 17 hrs iniciaremos uma marcha pela Washington Luis ate’ a cabeceira da pista de Congonhas, local do acidente da TAM. Venha de camiseta branca. Lah prestaremos uma homenagem as vitimas dos voos TAM 3054 e GOL 1907.

Como Ajudar Mais

Envie este site e notícia a algum amigo e peça que ele faça o mesmo.

www.noflyday.com.br


Moro na roça! Parte II

Julho 26, 2007


Continuando…

Depois dos 6 meses…
Constatar, com a casa vazia, os estragos, foi doloroso:
. Ducha master hiper sei lá o que (que me custou os olhos da cara), trocada por uma corona da vida.
. Buracos de pregos para todos os lados, mais parecia um muro de execuções.
. Azulejo decorado, personalizado trocado por cimentado às pressas.
. Acumulo de cera amarela sob ardósia cinza.
. Torneira de pia de cozinha giratória (naquela época ultima novidade de mercado), por uma comum, sabe daquelas longas e que passa da metade do ralo, só para te molhar toda quando você lava a louça?
Essa mesmo!

Olhei tudo aquilo e pensei:
“Bom Naná, não adianta chorar, tem que consertar!”
Quase tudo em ordem novamente, resolvi que com ou sem caseiro, eu não locaria mais a minha amada casinha.
Eu vinha aos finais de semana, ou mesmo um dia qualquer que me desse na telha no final da tarde e passava a noite. Levantava mais cedo e ao invés de voltar pela Fernão Dias, pegava a estradinha da Serra da Cantareira, que, apesar de não ter acostamento, nem SOS, nem nada, era quase sem movimento, com flores por todo o caminho, casas lindas, e o poder de me fazer “voar mentalmente”, chegava a São Paulo, totalmente ZEN.

Mas, uma tarde cheguei e encontrei a porta arrombada!
Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, coisa mais horrível é você entrar na sua casa e ver que alguém que você não faz idéia de quem seja, tenha invadido na sua intimidade. Praticamente não me incomodou o fato de levarem a TV e o vídeo cassete (não existia DVD’s naquele tempo e eu amava meu vídeo), mas saber que sei lá quem, entrou na minha casa, sentou na minha cama, fez, sei lá mais o que, ali dentro, isso sim, me dava arrepios, nojo, aflição e uma mistura de sentimentos de tudo ao mesmo tempo agora já… Alguém ai já sentiu isso?
Pensar ainda na possibilidade de eu estar lá, na hora em que isto aconteceu me deixava pior ainda e realmente apavorada.
Mas, como não sou de ficar remoendo coisas, estou mais pra fênix, fiz um BO do ocorrido e enterrei o caso.

- Filha, vamos ter que nos mudar desta casa.
Me disse minha mãe, referindo-se à sua casa em São Paulo.
E então eu tive a “grande idéia”
- E que tal vocês mudarem para Mairiporã?
- Ahhh, não sei não Anastácia, talvez seu pai não vá gostar.
- Vou falar com ele, mãe, relaxe!

Tudo ajustado, com a aprovação do meu pai (que é um doce de pessoa), se mudaram em dois caminhões, um deles somente para os vasos de plantas da minha mãe, sim isso mesmo, UM CAMINHÃO DE VASOS!
E, com o caminhão (pensem bem gente um caminhão de vasos), começou a fase
VASOS PARA TODOS OS LADOS.

Adoro plantas, amo um jardim com floreiras, tudo organizadinho com as plantas combinando em sua cor e forma o perfume que exala sentar-me em uma espreguiçadeira, tomar um solzinho ou ler numa tarde de calor, bem ali em baixo de uma árvore deitar-me numa rede… Lindo não é mesmo?
Mas para minha mãe, a coisa funciona assim:
Vasos.
Sempre VASOS e mais vasos, de todos os tamanhos, cores, formas, com todos os tipos de plantas juntas, dentro ou fora da casa, na área de serviço, espalhados pelo quintal, nos para peitos das janelas, no meio do gramado (no meio mesmo), embaixo das árvores, na lavanderia, no portão, no corredor, vasossssssssssssssssssssssssss!

Eu continuei morando em Sampa com o Bruno e eles aqui em Mairipa.
Nos primeiros finais de semana eu vim e ajudei a organizar no que pude, pois para minha mãezinha só mesmo um armazém para acomodar bem, tudo o que ela junta.
- Mãe, porque não dá isso num orfanato?
- Não
- Mas por quê?
- Ora, Anastácia eu guardo de recordação de quando vocês eram pequenos.

Tudo bem, guardar umas pecinhas de roupas dos filhos, eu mesma tenho.
A primeira roupinha que o Bruno usou na maternidade, o sapatinho que ele furou na ponta de tanto se empurrar para engatinhar e mais algumas coisas, que cabem TODAS num baú de uns 30 cm, mas para minha mãe um guarda roupas inteiro, ainda era pequeno, para as roupinhas dos seus três filhos, todas devidamente colocadas em “sacolinhas de supermercado” obviamente.
- Mãe, vamos dar um pouco destas roupas, tem tanta gente precisando.
- Não!
- Mãe, olhe bem, não cabem aqui e ainda podem agasalhar tantas crianças.
- Ta certa, vou dar algumas.
- Só três peças mãe?
- Já estou ajudando a três crianças.
-Mãeeeeeeeeeeeee!

Não tinha jeito, ela é do tipo que não se convence. Então fui obrigada a fazer “doações” quando ela se ausentava.
Para que ela não se magoasse, eu fui ao longo dos anos, quando ia visitá-la tirando uma coisinha aqui, outra ali, escondia no carro e depois levava num orfanato que tem na saída de Mairiporã para São Paulo, assim sem perceber, ela ajudou a muita gente.

O tempo passou e eu fui espaçando mais e mais minhas visitas, pois toda vez que eu chegava, encontrava mais um vaso, aqui, mais um prego com um xaxim lá e cada vez menos, gramado cortadinho e uniforme, mais roupas dos sobrinhos, netos, amigos do papagaio da vizinha, uma antena de TV no telhado (a instalação elétrica e telefônica fora feita por conduites embaixo da terra, pois odeio o sistema elétrico aéreo que temos)e menos espaço dentro da casa. Logo eu que adoro espaços, digo sempre:
“Acho que é porque sou grande, mas lugares cheios de coisas me dão a sensação de que não posso me mexer e que se o fizer vou derrubar algo.”

Mais uma vez precisei dar um BASTA, quando depois de muito tempo sem visitar, cheguei e minha mãe com um sorrisinho sem graça veio me receber dizendo:
- Ah, filha espero que você goste das alterações que fiz aqui, ficou muitooooooo melhor.
Quando entrei na cozinha tive um choque!
Ela simplesmente mudou a cozinha para a lavanderia e onde havia a cozinha estilo americano ela resolveu fazer uma sala de televisão, colocou dois sofás, uma mesinha de centro um rack e uma tv enorme, tudo num espaço mínimo que faz com que você tenha que ir brigando com o sofá para poder passar.
A cozinha então, melhor nem comentar!

- É mãe, se você achou que ficaria mais cômodo para vocês, está bem.
O que eu iria dizer ou fazer, qual basta eu poderia dar?
Tudo aquilo me fazia questionar o porquê eu tivera tanto empenho em fazer uma casa do jeito que eu queria?
Sentia-me magoada pela vida em ver a casa sendo destruída, mas eram meus pais e me criaram com muito amor, sou o tipo de pessoa que jamais deixa de ajudar a alguem, quando posso e aos meus pais então, nem se fala.
E naquele momento eles precisavam de mim.

Daí, resolvi que só mesmo nos aniversários e natais eu iria visitar Mairiporã.

continua…. na parte III


Moro na roça! …Parte I

Julho 23, 2007


Vocês já tentaram voltar a viver num lugar e colocá-lo em ordem, quando outra pessoa pensa o exato inverso?

Neste lugar tinha um monte de coisas, acumuladas em anos, por uma mãe pisciana?

Esta mesma mãe pisciana ficou sem a sua presença por muito tempo e agora que você tenta arrumar o que para ela, mais parecem seus filhos que: “sacolinhas de supermercado”, (seu local preferido para guardar tudo) então, ela resiste fortemente?

E ai, quando você põe discretamente uma delas no meio do lixo de sexta feira (quando o lixeiro passa quase de madrugada) ela sai correndo atrás do lixeiro, para saber o que tem dentro e diz: Espereeee por favor houve um engano?
Volta e fala para você:
- Não sei porque essa frescura, moramos na roça!

Então, vocês NÃO sabem do que estou falando!

Mas eu explico:
Tenho uma casa em Mairiporã (para quem não conhece, fica a 25 minutos de São Paulo capital) é quase um bairro de São Paulo, uma vez que muitos bairros, são muito mais distantes, do marco zero da cidade!
Mas, isso não vem ao caso, o que vem ao Benedetto, Sacramentado e Juramentado caso, é que esta casa ficou nas abençoadas mãos de minha adorada mãezinha (é mãezinha mesmo, tem 1,50 cm de altura), pois, esta
“baixinha”, como quase todas, é brava, que só!!! E não estou falando no sentido italiano, não, ela e’ do tipo que me olha dos baixos dos seus 1,50 (eu tenho 1,75) e me diz:
- Anastácia Hayne!
Pronto, já sei que vai cair o mundo!
- O QUE VOCÊ FEZ COM A SACOLINHA que estava lá no armário?
- Olhe, se você jogou fora, vai ter!

Não gosto de contrariá-la, mas gente, pelamordedeus, a qual, dos bilhões de sacolinhas ela se referia ??

Esta casa foi entregue a ela, toda arrumadinha, linda e perfeita.
Imaginem uma construção onde você verifica pessoalmente a obra, todos os finais de semana, quase para de viver, não sai mais com os amigos e tenta dar uma desculpa, quando ligam te convidando para algo, mas que todos eles já sabem o real motivo:
- Já sei, já sei Naná, você vai ver a obra em Mairiporã.
- Desculpe, fica pra próxima, ta?

Cansados da mesma ladainha, eles espaçam mais e mais os convites e finalmente quando te ligam, perguntam:
- E aeeeeee, como vai a obra?

Comecei a comprar os acabamentos assim que fizeram a fundação, pois queria tudo lindo, combinando e funcional. Então, nada mais de shoppings, roupas da moda, ou o último lançamento da Czarina.
Eu só pensava em tijolos!
Mentira pensava também em areia, cal, cimento, pedra, piso, conduite, etc.
O irresistível passou a ser o Lar Center e o D&D … ISSO SIM, impossível passar por ali e não comprar nada. Cedia sempre às tentações da Tock Stock, Arpège, Arte em vidro e tantas outras que não lembro mais o nome.
E assim, fui construindo o meu ‘”lar doce lar.”
Nesta época meus pais residiam em Sampa e eu também (em outra casa claro), divorciada e com meu filho, Bruno de 8 anos.

Um ano depois, a minha tão sonhada casa estava pronta e parecia uma casinha de bonecas, tudo novinho, arrumadinho e perfeito.
A sala de uma arquitetura contemporânea recebeu uma porta de correr, que pertenceu a um banco, e por isso e’ blindada, bastante ampla, abria-se para o gramado verdinho, no prumo e com vista de um lado para a represa de Mairiporã e do outro para as montanhas, onde coloquei uma mesa de madeira, de maneira que pudéssemos tomar o café da manhã, olhando para a bela represa.
A casa era pequena, 2 quartos, banheiro, sala, cozinha americana e lavanderia, mas absolutamente funcional e ainda, com uma área por construir de 900 m2. Acordar pela manhã, ao sons dos passarinhos, levar meu filho pra pescar no laguinho, fazer trilha nos finais de semana e respirar ar puro, era o que na época começavamos todos nós paulistanos, a buscar: “Qualidade de vida.” Então, estávamos no paraíso, eu e o Bruno!

Não fosse, a Rodovia Fernão Dias, que todos os dias me levava ao trabalho, nesta época eu era gerente de marketing, numa empresa de cestas de alimentos, que apesar de ficar na zona norte e ser razoavelmente perto, não me poupava o transtorno de ficar disputando lugar com os caminhões e os inconseqüentes motoristas, dos buracos que ninguém consertava e além de tudo era mão dupla. Hoje em dia, tem 4 pistas de ida e 4 de volta, com acostamento e quase sem buracos.
Mas naquele tempo, grande parte dos acidentes horríveis em estradas, acontecia onde?
Sim, nela mesma.
Era uma coisa, porque quando eu chegava a São Paulo tinha que ligar para avisar a todos que eu tinha chegado bem, primeiro para minha mãe, para que ela não ligasse em desespero para a empresa, depois para os amigos, depois para Mairiporã e assim eu chegava as 9 e começava a trabalhar só as 10. Quando eu voltava, fazia novamente as ligações para tranqüilizar a todos e dizer, ESTOU VIVA!

Depois de um ano e meio, me cansei, porque a tensão era muito grande e o tempo pequeno, as vezes que queria ir para a balada, fazia a loucura de:
Ir pela manhã, voltar à tardinha, brincar um pouco com o Bruno, jantar, tomar banho, me arrumar voltar para SP, dançar (sempre adorei) e voltar para Mairipa, as 3 ou 4 da manhã… Ufffa!!! Realmente com o tempo, mudamos e muito. Não me vejo fazendo isso hoje, nem por “100 e uma cocada” como diz um amigo.
Foi então que aluguei a casa e voltei com meu filho, para São Paulo.

Dois anos se passaram sem que eu, cobrasse o acordo feito com a inquilina, com quem acertei de fazer benfeitorias no terreno em troca do aluguel, como o muro de cerca viva, ampliar o gramado para o restante do terreno e uma horta. Doía-me o coração, não poder continuar morando aqui, então vinha pouco, para vistoriar as coisas.
Não sei se é normal, mas eu entrava na casa e tinha vontade de começar a mudar tudo de lugar, cada detalhe que ela colocava me incomodava, não tinha nada a ver com meu gosto, imaginem vocês que naquela porta linda de vidro a mulher colocou uma cortina de um pano estampado com flores gigantes de quase todas as cores!
Eu me repetia o caminho de ida todo: Calma Nana’, a casa neste momento não é mais sua, respeite. O que infelizmente, não me fazia deixar de sentir o incômodo.
Eu chegava e perguntava:
- E então Gugu, (se chamava Augusta) como estão as coisas?
- Ahhh, Nana’, ainda não deu para fazer muita coisa e blá blá blá….

E iniciava a sessão lamúrias!
Eu, tentando me poupar, olhava rapidamente e já confirmava que NADA havia sido feito, ia embora praguejando por todo o caminho de volta.
Como não tinha condições de pagar um caseiro, eu tentava me convencer de que era melhor isto a ter a casa sozinha, pois poderia ser depredada.
Não suportei mais quando cheguei um dia e vi, que ela havia trocado de carro.
Oras bolas, não pode comprar uns pinheirinhos pra cerca viva e troca de carro? Que tipo de idiota você é Nana’?
E foi o dia do BASTA!
- Gugu, quero a casa de volta, nosso acordo foi por um ano, passou-se dois e nada foi feito. Vou lhe dar um prazo de 2 meses para me devolver a casa, ok?
-Naná, por favor, não consigo me mudar assim tão rápido…

Começada a lamúria costumeira, fiquei com dó e ela ficou por mais 6 meses.

Continua…aguardem a Parte II


onde achar no EXTERIOR?

Julho 20, 2007


O SONHO BRASILEIRO…

Todo brasileiro no exterior, SONHA com tudo o que nem sempre é fácil de ser encontardo em alguns lugares.
Resolví disponibilizar aqui, um espaço permanente, para quem desejar, dividir
“seus segredos e valiosas descobertas”, por este mundão a fora.

Seja lá onde você estiver, se conhece uma lojinha, um supermercado, uma “tiazinha sacoleira internacional”, ou coisa parecida, post aqui o endereço, telefone do local, etc, para que outros possam realizar seus sonhos de comer um feijãozinho, um pãozinho de queijo, ou mesmo tomar um guaraná :)


Estupidez!

Julho 18, 2007

Em luto pelas vítmas do “acidente” em Congonhas!
Num país sem memórias, o amanhã chegará com tudo esquecido e os consultórios médicos mais cheios de pessoas com sindrome do pânico e as farmácias com seus estoques de valium mais altos!
Lamentável!

A perplexidade, o choque, o não entender O QUE ESTÁ ACONTECENDO, nos faz acordar ou dormir a cada dia pensando na letra da música O que será (À flor da Pele), do Chico Buarque, que apesar de ter feito esta música para o filme Dona Flor e seus dois Maridos, disse em uma entrevista “esta é uma música de perguntas, e não de respostas”. Já em 1976, dizia:

O que será que será
Que todos os avisos não vão evitar

E o mesmo Padre Eterno que nunca foi lá
Olhando aquele inferno, vai abençoar
O que não tem governo nem nunca terá
O que não tem vergonha nem nunca terá
O que não tem juízo
clique aqui e leia todo o texto


Ex descarada, mostra a cara!

Julho 18, 2007

Se não vai de um jeito…
vai de outro..rsrsr,

Difícil mesmo de eu me achar com estas ferramentas aqui…
Parece até pidada, acostumada a lidar com Photshop, Corelphoto, Image e zentos outros editores de imagens, tabalha com a coisa, masss na hora de fazer algo em html, affffffffff, um horror!
Posta daqui, copia o link, muda prá lá, tenta salvar e vê que tem caracteres demais, tenta denovo, copia cola, e novamente tenta salvar e lá vem os caras dizendo NOVAMENTE: ERRO DE CARACTERES,
Calma!!!!
Observa mais uma vez Naná, olha direitinho, procura fazer com paciência, veja os detalhes… desta vez vai dar certo…TENHA FÉ!
Nada, outra vez errado, até que finalmenteeeeeeeeeeee, aquele tão esperado e lindo e maravilhoso texto em letras VERDES aparece:
Seu perfil foi editado com Sucesso!

Para conseguir por minha carinha no perfil e não ficar por ai, assinando comentários e parecer que estou me escondendo (sempre sem foto), resolvi que hoje de qualquer maneira eu conseguiria editar este perfil direito!
Ok, OK, OK, não está nenhuma “Capa de Veja”, eu sei, mas ao menos não sou mais uma descarada… ou seria des- carada, assim com hífem? Bem, faltando a cara, nossa parece coisa de manchete de jornal de quinta…
Já imaginou :
” MULHER FOI ENCONTRADA SEM A CARA”… marido suspeito diz:
- Eu não sei o que houve, quando cheguei, já a encontrei assim.
Seja como for, aqui estou eu dando a “cara prá bater”.
Afff, que horror!
Esta ficou ainda pior, me fez pensar naqueles caras briguentos ou sei lá naquelas pessoas fanáticas por religião, ou ainda naquela que confia tanto no que está dizendo que vive dando a cara a tapa.
Decididamente, hoje não estou inspirada a escrever sobre CARA, afinal o objetivo passou longe até da Capa da Veja, que dirá da Caras?


“suspeitos” para sempre….“Operação Amazon"…KRAKOZHIA…privadas!

Julho 16, 2007


O filme ” O Terminal”
Conta a história de um homem preso num terminal de aeroporto, por ter sua entrada nos Estados Unidos negada e, também, não poder retornar ao seu país de origem, a Krakozhia, devido a uma revolução.
Enquanto Viktor viaja de avião para a cidade de Nova Iorque, o governo de seu país sofre um golpe e seu passaporte perde a validade, deixando-o preso no Aeroporto Internacional John F. Kennedy. Nos nove meses seguintes, Viktor é obrigado a viver num terminal em construção. Ele acaba fazendo amizade com os funcionários do terminal, incluido uma comissária de bordo, ao mesmo tempo que é vigiado pelo oficial da Imigração, o qual deseja que o “problema” seja removido do aeroporto.

No Blog Pensiere e Parole da Meiroca lí:

Nas últimas semanas, mais de quinhentos brasileiros em viagem pela Europa foram barrados nos aeroportos e repatriados, sob a suspeita de tentarem emigrar ilegalmente. Como os judeus eram marcados pelos algozes nazistas, os brasileiros barrados ganham um carimbo no passaporte, que os torna “suspeitos” para sempre. E’ a “Operação Amazon.
Para entrar na Europa, os brasileiros sao obrigados a mostrar passagens de volta, provar que tem reservas em hotel (por meio de “voucher”) e que dispoem de dinheiro para gastar no periodo que pretendem ficar por aqui.
Se nao atender a qualquer desses exigencias ou se simplesmente o funcionario da imigraçao nao gostar da cara do turista brasileiro, ele e’ barrado e fica confinado na area internacional do aeroporto ate’ ser levado de volta pela propria companhia aerea em que viajou. Esse processo pode demorar dias. No mesmo periodo da “Operaçao Amazon“, ao desembarcar no Brasil, nenhum cidadao europeu sofreu constrangimento semelhante, como recomenda o principio da reciprocidade que rege as relaçoes diplomaticas”.

Século XXI…
RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS, PAÍS AMIGO? ETECETERA E TAL?
Coisa do passado, (passou tão rápido que nem sequer chegamos a perceber zuuuuuuummmmmmmmmm), isso sem falar única e exclusivamente em nós brasileiros, que recebemos a vida inteira gente de tudo quanto foi canto do mundo em nosso “tupiniquim país.” hum?

Não bastasse os Estados Unidos, agora a União européia???? Esta “seleção”, mais parece filminhos pornôs, onde o objetivo, é somente f….!!!

Olha gente, na verdade eu acredito que não será bem assim, eu estava falando com um amigo que morou na Espanha e quer voltar prá lá, hoje pela manhã e ele me disse vão acabar fazendo o seguinte:
Darão um cartão à cada brasileiro que desembarcar nos aeroportos europeus o que permitará entrar na cidade durante o dia e trabalhar para eles… daí me inspirei…é mesmo Ivaldo, acho que pode ser isso mesmo…

À noite todos saem e ficam num alojamento, onde a fome será menor, pois afinal, nós brasileiros vamos prá lá para fugir dela.
Claro que, antes de sairmos para nossos alojamentos, distantes da cidade, seremos altamente vistoriados, pois brasileiro que é brasileiro, também é ladrão! (tivemos bons professores desde o nosso descobrimento e ainda hoje, como por exemplo os aprendizados com a TeleCômica).
Tal alojamento receberá uma separatividade entre sexos, haverá o masculino adulto e infantil e o feminino adulto e infantil, assim poderão entrar à vontade no alojamento feminino infantil, afinal todo europeu sabe que toda brasileira além de boa empregada doméstica, também é boa prostituta, não importa se jovem ou não! No caminhar da boa ordem e sequência dos atributos,(aqui é primeiro mundo, dirão) as adultas limparão suas privadas durante o dia e à noite as meninas, pagarão seu sustento, todos sabemos COMO! Reservando-se obviamente o dia, quando permanecerão no alojamento para descansar, pois claro, eles não vão querer ser acusados de maus tratos.
Aos homens, será reservado o trabalho de manutenção em geral, instalações elétricas, serviços de pedreiros, quem dentre eles não sabe que o melhor mestre de obras se encontra aqui? Mas que sejam altamente vigiados, quando de um reparo em suas casas, pois suas esposas estarão sozinhas e desprotegidas, elas também sabem que a fama dos brasileiros em estarem “sempre prontos” existe e podem correr perigo de estupro seguido de roubo e um jardim com a grama por cortar!
Com exceção do gasto e desconforto quanto ao policiamento, que deverá crescer, para vigiar tantos brasileiros, a “operação” será de um crescimento fantástico ao pib europeu, pois ao invés de pagar 10 euros a hora de trabalho, estarão economizando sensívelmante, visto que para alimentar essa gente, basta pão e água, afinal estão acostumados à fome!