KD MEU BLOGROLL?????????

Setembro 15, 2007

Tô aqui tentando colocar DE VOLTA a minha lista de amigos que eu tinha ali na seção: POR ONDE ANDO…

E apesar de na administração do site internamente aparecer, aqui fora não aparece de jeito nenhum!…………..Já fiz de tudo para tentar fazê-la voltar e N A D A!!!!!!!!!!!!!!

* Espero que isso NÃO SEJA “a maldição da fofa” hein Mr. Rayol!!! Hunf! rs.

Que diabos, Mr. WordPress, que ki oceis taum fazenu ai com meu bloguito???

Socorrrrrrrrrrroooooooooooooooooooooooo…………Alguém ai me diz se isto é normal de rolar e como é que se faz prá ter de volta????

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Grrr 22:19 hs

Escrevi para o Mr. WordPress (tem umas 3 horas) e agora venho aqui e vejo que o Blogroll voltou, mas “comeu” parte do povo que ali estava… QUE QUI É ISSO? HEIN??? E ainda pegam no meu maior CALO aqui grAUUUUUUUUU,a porra , (não vou riscar não) a P*O*R*R*A da diagramação está um lixo! Vou ter que voltar para o Blogger?? Já viram né? tô mesmo ROXA DE RAIVA!

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Domingo…7 da manhã…DESCABELADA, abro aqui e?

Tudo igual…abro o meu msn e vejo resposta WordPress Brasil, a Lista:

Pôxa gente que vergonha!!!
Eu com minha INGNORANASSA, não sabia que a WordPress BRasil, é um blog da Ale B e que ela disponibiliza como uma comunidade, para ajudar as pessoas.
Vcs, já imaginam PRÁ QUEM, foi que a retardada aqui escreveu, ESPUMANDO DE RAIVA, ontem, né?
Pois é, escrevi para a coitada a Ale (Alma boa), que só faz me ajudar neste mundo WordPress.com, já que eles TEM SEMPRE A RESPOSTA DESCARADA: “Support Temporarily Closed” quando tentamos usar o CONTACT!!!

Mil desculpas Ale e obrigada por sua paciência e ajuda :)

10:00 hs….A outra Alma boa, a Carola, aparece no msn…

a esta altura, eu, depois de ter tentado tudo o que a Ale sugere no seu gentil e-mail, mais desconsolada que com raiva de não conseguir mudar a barra lateral que já estava com o blogroll aparecendo inteiro, PORÉM, só que aparecia lá no final da página…

…nem dou bom dia e já escrevo: Socorrrrrrrrrrrrrrrroooooooooo Carola. Ela veio aqui e arrumou a bagunça da casa e me mostra no final que a porra do “Ruindows” com seu Internet Explorer tava por trás de parte da patifaria…me mostrando o blog em “CACHE” grrrrrrrrr…(limpo os cookies e ainda assim permanece em CACHE, pode?)…. mil agradecimentos à ela “Carolita” e um viva para o Firefox!!!


Sinestésica?

Setembro 14, 2007

te-falei.jpg

A vida é mesmo maluca…

Tudo o que eu conhecia sobre a palavra “S i n e s t e s i a” era um blog que visitei algumas vezes e que tem este nome e um forum, onde me inscrevi,  mas não sabia que o blog tem este nome porque sua dona, a Patrícia é uma ’sinesteta’ , segundo ela, em um post que publicou no dia 24 de julho de 2004 é este o nome que se dá a uma pessoa que tem sinestesia,  na verdade eu estava buscando respostas para entender o funcionamento de blogs e do WordPress, que todos já sabem que eu não manjo, quando o encontrei. 

Hoje, recebo um comentário curtíssimo da IG, no meu ultimo post, me questionando se eu era uma sinestésica, (gosto mais desta denominação aqui ;) a palavra está com um link que me levou a ter uma “revoada de perguntas mentais”, sobre o assunto e claro, cá estou eu INGINORANTI no inglês, caçando o que pouco existe em português sobre o tema, pois os médicos e estudiosos da pátria amada, não se interessam pelo assunto.  Heis que pelo google caio no blog da Patrícia e encontro o post, citado.

Cazzo nana’, não enrola… o que vem a ser tal palavra?

Ô gente, desculpa ae, mas é que ainda não sei explicar direito, tô engatinhando no assunto…pelo que entendi é uma coisa que acontece quando uma pessoa consegue “sentir” com outros sentidos, junta as coisas, mistura, bate bem, rs…afff tá confuso, perai vou colar um pedaço do texto aqui que fica melhor:

A palavra sinestesia tem origem na soma das palavras gregas “syn”, que significa junto, e “aisthesis” (percepção). O termo, portanto, quer dizer junção de sensações. A mistura que ocorre dentro do cérebro é involuntária e não é classificada como doença *(Graças a Deus). De acordo com a maioria dos sinestésicos, essa condição não causa dor e nem atrapalha o dia-a-dia. Eles não perdem as impressões sensoriais normais, *(ao contrário).  apenas sentem, ao mesmo tempo, outras sensações. Além disso, muitos possuem mais de uma forma de sinestesia.

Segundo estimativas feitas nos Estados Unidos, há uma pessoa sinestésica em cada 15 mil habitantes do planeta, e o número de mulheres sinestésicas é três vezes superior ao de homens. *(sempre maioria,rs).  Alguns estudos indicam que a capacidade, transmitida geneticamente, estaria ligada ao cromossomo X que, como se sabe, aparece em dupla nas mulheres, enquanto os cromossomos sexuais masculinos são XY. As estimativas indicam ainda maior freqüência de manifestações sinestésicas entre canhotos do que entre destros.

De verdade?

Não sei ainda se sou ou não uma ’sinestésica’. Mas que posso “ouvir estrelas”, “sentir a cor dos alimentos e saber se eu coloquei pouco ou muito sal na comida (sempre tentei ensinar isto e ficava ‘fula de raiva’ de ninguém conseguir aprender, rs), “ouvir” o som de uma harpa quando pronunciam o nome Irene, maracas quando dizem Maracatins (nome de uma rua aqui em sampa), sinto ainda o “cheiro” das cores e  o “som” das palavras, tem ainda outras sensações, que agora não consigo lembrar para citar (né fácil não, com 49 anos descobrir que você pode ter, ser, uma coisa tão nova à seu próprio respeito). Quando eu for lembrando vou contando mais por aqui.

Quando eu era pequena, e algumas vezes ainda hj, meus bons e velhos amigos o sabem e entendem bem, acontece algo interessante, se eu estiver nervosa ou as vezes muito tumultuada, costumo fazer o som do objeto que eu estou falando, tipo se quero dizer enceradeira, faço o barulho que ela faz ao invés de dizer a palavra (aff, tão me achando maluca mesmo,  acho que vou tirar esta parte).

Canhota ou destra…? 

Ainda quando eu era bem pequena, minha querida mãezinha ao perceber que eu pegava tudo com a mão esquerda, ficou apavorada (tadinha, naquele tempo ser canhoto era coisa do ‘demo’). Então bateu (tapinhas de mãe não doi, só desejam, o melhor aos seus filhos e então tentam educá-los corretamente) em minhas mãos até eu acostumar a pegar tudo com a direita. Fiz alguns testes anos atrás e confirmei mesmo ser eu origináriamente canhota e por ‘força das circunstâncias educacionais’ me tornei ambidestra.

Quanto à esse negócio do alfabeto e tal, complexo dizer isso a ‘esta altura do campeonato’, trabalho com letras há 200 mil anos, de todos os tipos e cores…como saber?

Quero agradecer muito à IG, por me apresentar este mundo novo de possibilidades. Será que agora endoido de vez? rs

 **notas da xereta.

arte – beibo (acrescida de um texto, nana’)


Como eu escrevo

Setembro 12, 2007

Tá ai uma boa pergunta…acho que muita gente começou seu post assim.

Eu sem ser nada criativa o incio da mesma maneira, mas sou uma pessoa que pensa em imagens, sons, odores, tato, paladar…dizia um dos meus ex’s, que eu deveria fazer cinema, que tem ao menos mais argumentos que a Comunicação Visual, (que foi o que eu fiz), não chega aos 5 sentidos, mas tem a imagem em movimento e o som unidos.

Bem, estão vendo como escrevo?

Assim, pego um tema, começo a pensar e lá vai palavras e mais palavras se unindo para passar a “imagem movimentada” que está vindo na minha cabeça. Por vezes me esqueço, absolutamente do tema, pois com vários “fios” vou tecendo o texto, e não raro, um deles, se apresenta em um “vermelho“, bem ‘amagentado‘ mesmo e G*R*I*T*AAAAAAAAAA , para que eu lhe dê atenção, como sou do tipo que gosta de dar atenção à todos, corro lá prá ver o que o vermelho amagentado quer…me distraio na conversa dele e esqueço o objetivo do texto. Dou um safanão no vermelho (não se engane, tb sou violenta às vezes) e o faço parar de ser egocêntrico. Volto à grande paleta de cores…

Brancos limpídos, verdes incandescentes, marrons terra, amarelos puríssimos, preto ausência…ah, mas como eu adoro esta côr, não côr…Pronto, lá vou eu outra vez…O que era mesmo que eu estava escrevendo? Volto lá no início, tiro alguns exageros viajantes e retomo o texto.

…Eu gosto de escrever, de me expressar, eu diria, seja lá com o que estiver a mão.

Aqui não tenho um compromisso, com o que irei falar, falo de tudo que vem à minha cachola, não sou escritora apesar de já ter escrito muitos contos infantis. A.d.o.r.o. escrever, inventar estórias e ler para crianças. Meu filho tomou gosto pela leitura desta maneira, brincávamos de ‘um dia de cada um’. Eu lia para ele desde muito pequeno, quando ele ainda não sabia ler, então quando aprendeu, iniciei com a brincadeira. Um dia eu lia para ele, no outro ele lia para mim. Era uma festa!

Como assim ler uma festa? É isso mesmo, porque eu o ensinei a puxar pela imaginação quando lia (eu ia ilustrando) se o livro tinha figuras eu interrompia a leitura e mostrava para ele e ficávamos detalhando o que havia…e “viajando” tb. Se não tinha parávamos e eu lhe perguntava como ele imaginava o que eu tinha descrito e desenhávamos depois. Me lembro bem de um livrinho que falava sobre uma TV que assistia a um menino…imaginem só o tema era ao contrário! Isto rendeu mil brincadeiras e outras estórias, oriúndas do tal livro, entre nós, rsrsrs.

Tão vendo?

Lá fui eu denovo, andando sem rumo e esquecendo do tema central…rs

Mas é assim que escrevo, o básico é que estou sempre “falando” para alguém, neste minuto agora, vejo, mil faces na minha frente, dos que lêm isto agora.

Forçô a amizade hein? 1.000 faces que lêm??? kkkkk, não tenho este número de visitas como a gracinha da Meiroca, que me passou esta lição de casa, mas ah…vcs já sabem meu ponto forte é a imaginação :)

Ahhhh, uma das coisas que mais me emputesse aqui ( desculpe aos que não gostam de palavrões, mas este argumento é exato o que sinto e não tem em nenhum dicionário algo que o substitua nesta hora da raiva) é que eu NÃO CONSIGO DEIXAR A DIAGRAMAÇÃO DO TEXTO COMO QUERO! Algumas pessoas já me sugeriram algumas medidas para alterar esta “coisa” (prá não dizer mais palavrões), mas não deram certo e eu continuo me degladiando com este ENTRELINHAS do wordpress, grrr! Vocês não fazem idéia o quanto isto me incomoda, pois gente diagramação faz uma puta , ops, uma super diferença para que se leia um texto com motivação.

aqui 5 indicações:

Cadinho Roco, Marcia, Somos todas umas vacas, Pererecas em chamas, Ricardo Rayol


Dor de amor…

Setembro 11, 2007

Um amor desfeito é difícil… 

Eu estava no blog da Elza, há poucos minutos, comentando seu post de hoje quando percebi que meu texto estava ficando enorme e pensei… Vou fazer um post sobre isto, a Elza finaliza seu post assim:

“Vivo com as lembranças pulando aqui dentro, doidas para serem revividas, são minhas companheiras íntimas…Um dia quem sabe…” 

Certa vez uma acupunturista (meio bruxa também) me disse que quando nos apaixonamos por alguém “liga-se” um fio invisível aos olhos, entre estas duas pessoas. A paixão pode evoluir para o amor e o fio permanecer lá, “ligando-os” eternamente.Porém, quando já não gostamos mais, este mesmo “fio se rompe.” Segundo ela, é impossível uma das partes permanecer sentindo o mesmo, pois o “fio” que as unia, foi rompido. Preciso nem dizer o quanto debati esta história com ela, que me justificou dizendo: 

“O que geralmente sentimos é a ‘falta’ de ter aquele sentimento, e não o sentimento em si, passamos a viver e nos alimentar das ‘lembranças dele’ e não mais dele, pois não existe mais.” 

Quando ela me falou sobre isto, eu questionava a minha falta de aptidão para ‘voltas’.Sou do tipo que vive intensamente a paixão, amor, atração, seja lá o nome do que eu estiver sentindo. Depois, se e quando muda o meu sentir, não consigo mais “voltar” mesmo que eu tenha sido profundamente alucinada pelo outro e este não me quisesse mais.

Não é uma questão nem de vinganças ou medos, ou sublimação do sentimento, nada disso, (já fui a fundo nisto para entender) eu simplesmente não sinto mais. Costumo dizer que vira ‘pum’ rs. Não é que eu não me lembre dos bons momentos vividos, claro que lembro e os curto, mas a vontade de revivê-los, não sinto.Na minha teoria simples do ‘vira pum’, descobri uma coisa:

Quando acontece o sentimento amor, paixão, etc, jamais nos questionamos de ONDE veio aquele sentimento, não é mesmo?

Mas quando acaba sempre e sempre, ficamos rebuscando tudo para entender, para ONDE se foi o sentir, principalmente quando pensamos ainda amar o outro, queremos que ele sinta o mesmo e ficamos revirando todo o passado para entender, para ONDE teria ido seu sentir, que nos parecia tão forte e real.

Digo isso, não pelo post da Elza, mas por muitas vezes ter acontecido com meus ex’s, em relação a mim e muitas amigas que já vi na mesma situação.

Então, para não dizer que virou ‘pum’ digo que simplesmente voltou para o mesmo lugar de onde veio.


Vizinhos barulhentos…tortura chinesa?

Setembro 9, 2007

figura2.jpg  Hoje depois de assistir ao filme Passando dos limites, senti uma vontade danada de me tornar uma “Retificadora.”

O filme, conta a história de um americano que se muda para Nova York e se apaixona pela cidade. Mas tem um problema: o barulho da metrópole o deixa à beira de um ataque de nervos. Quando chega ao seu limite,  se transforma e começa a destruir carros que disparam seu alarme no meio da noite. Após ser preso em flagrante, volta às ruas e agora com o apoio dos nova-iorquinos, ele se apelida de o “Retificador” e trava uma batalha contra o barulho e o prefeito da cidade.

A excelente comédia, que tem como protagonista Tim Robbins, retrata o ‘pandemônio’ que vivemos nas grandes cidades. Mas digo que nem sempre é preciso morar nas grandes cidades para que te deixem quase louco.

Moro na “roça” (como gosta de dizer minha querida mãezinha)…aos que não sabem moro em Mairiporã, cidade quase dormitório a mais ou menos 25 km de São Paulo, onde, tenho um vizinho que adora fazer com que todos ouçam aquilo que nem sempre ele mesmo quer ouvir.

Explicando…Sábados pela manhã (cedo mesmo, tipo 7 hs) ele liga seu ’som’ (bastante potente) e a meio querteirão se pode ouvir nitidamente as piadas sem graça e bastante descriminantes, da tão imbecil quanto ele, rádio Jovem Pan, passando aos domingos (o dia inteiro) ao futebol. Digo, que nem ele suporta, pois dia destes, (não aguentando mais o barulho) fui até lá solicitar que diminuisse o volume. Para minha surpresa, uma das janelas estava aberta e pude vê-lo sentado em frente ao pc, com fones de ouvido, escutando sei lá o que, mas seguramente não era o ’som’ , que toda a vizinhaça era obrigada a ouvir saindo de sua casa.  Casa fadada aos moradores barulhentos, antes dele, nesta vivia ali, uma moça que tinha nada menos que 25 cachorros (em um quadradinho de jardim de 3×4 m), ela praticamente “não vivia na casa”, vinha somente pela manhã (chovesse ou fizesse sol de 40 graus) para alimentar os coitadinhos, imaginem à noite com fome e sede o quanto não latiam? 

A OMS (Organização Mundial de Saúde) considera que um som deve ficar em até 50 db (decibéis – unidade de medida do som) para não causar prejuízos ao ser humano. A partir de 50 db, os efeitos negativos começam. Alguns problemas podem ocorrer a curto prazo, outros levam anos para serem notados.

Efeitos negativos da poluição sonora nos seres humanos:
· Insônia ou dificuldade de dormir
· Estresse
· Depressão
· Perda de audição
· Agressividade
· Perda de atenção e concentração
· Perda de memória
· Dores de Cabeça
· Aumento da pressão arterial

· Cansaço
· Gastrite e úlcera
· Queda de rendimento escolar e no trabalho
· Surdez (em casos de exposição à níveis altíssimos de ruído)

Para evitar os efeitos nocivos recomenda-se:

  • ouvir walkman ou mp3 player em volume baixo;
  • evitar locais com muito barulho;
  • ouvir música no volume baixo ou médio;
  • não ficar sem protetor auricular em locais de trabalho com muito ruído;
  • não gritar em locais fechados;
  • evitar locais com aglomeração de pessoas conversando;
  • ficar longe das caixas acústicas nos shows de rock;
  • fechar as janelas do veículo em locais de trânsito barulhento;
  • não gritar em locais fechados.
  • Eu acrescento, não ter vizinhos barulhentos!

Curiosidade:
Nível de ruído provocado (aproximadamente – em decibéis)
- torneira gotejando (20 db)
- conversa tranqüila (40-50 db)
- secador de cabelo (90 db)
- caminhão (100 db)
- turbina de avião (130 db)
- show musical, próximo as caixas de som (acima de 130 db)

A milenar tortura chinesa da gota d’água conta que: o torturado era amarrado sentado em baixo de uma troneira que pingava água em sua cabeça, constantemente, durante muitos dias, sentindo-se no início apenas incomodado pela água que o deixava molhado, depois o barulho dos pingos na cabeça e a sensação por repetidas vezes, faziam com que o as dores começassem e se tornavam insuportáveis levando à loucura.

*fonte: Sua Pesquisa.com


Independência ou Morte?

Setembro 7, 2007

Esta é a 2ª. Vez que participo de uma blogagem coletiva.Como “marinheira de 1ª. viagem”, da outra vez eu não sabia que o objetivo era justo expor o meu ponto de vista e acabei me limitando a repassar o texto, de quem propôs a blogagem, aliás, a mesma pessoa desta a Veridiana Serpa. Dito isto, passo ao meu ponto de vista quanto à INDEPENDÊNCIA OU MORTE?Não vou falar aqui daquilo que críticos políticos o faz muito melhor que eu e está aí em jornais e revistas e claro em muitos outros blogs.Vou dizer do meu emocional abalado pela tristeza de querer ser patriota, estar lutando com isto dia após dia e não conseguir estancar a desesperança.Digo da dor que é ouvir nosso “molusco presidente” falando ontem em rede nacional, sobre “as evoluções” da pátria amada. Quanto triste é saber que poderíamos ter avançado muito, muito e (bote muito nisso) mais se não fosse a doida corrida pelo “EU PRIMEIRO.” Estamos aqui ainda como o quintal do mundo, tentando segurar o que é nosso como a Amazônia.Falo desta dor.Dor que sente uma brasileira como eu, que nem teve a chance ainda de conhecer cantos tãolindos deste Brasil, como a cidade de Natal e já sabe que logo será de outros donos, que não brasileiros, tamanha especulação imobiliária, induzindo às misérias da “prostituição turística”, sim isso mesmo, uma das coisas que tristemente vejo evoluir, num país que tem tudo para ter um turismo forte, limpo e lucrativo, somente com suas belezas naturais. Falo com sangue nordestino que tenho de meus pais, por um país nas mãos de outro nordestino, falso, estúpido e covarde.Diz em um trecho de seu texto a Veridiana:Aos 30&Alguns só não vale ficar literalmente vendo a banda e o desfile passar e aplaudir como se vivessemos em um país tropical, abençoado por Deus sem miséria e violência. Vai lá, faz a sua parte, exerça a sua cidadania, usa seu blog e manda o seu recado…

Meu recado simples, simplório é de que eu gostaria sim de ver a banda e o desfile passar, como quando eu era uma garota e vestia minha “farda” (no meu tempo a roupa escolar se chamava assim), sentia um orgulho danado de ir “marchar” no 7 de setembro, sentia um arrepio pelo corpo ao ouvir o hino brasileiro e privilegiada por viver num país tropical e abençoado por Deus. Em ledo engano estudo-infantil, (meu país já era roubado de diversas formas naquele tempo) lá ia eu cheia de orgulho e alegria!Assim como quem sente a morte de um ente querido, sinto eu, saudades!

Saudades de ter este orgulho, saudades de sentir que estou feliz por ter esta pátria, saudades de saber que ali estava eu com um credo forte (ainda que enganada), saudades por fim de ter dentro, uma certeza tão forte que nem questionava que “curtir” o desfile do 7 de setembro, dia da nossa independência, era algo quem ninguém precisava me obrigar, brotava nas veias do sangue miscigenado que tenho em algum soar de tambores indígenas ou africanos, havia ainda parte de um fado português, um quê de flamenco e algumas árias de Johann Sebastian Bach.

Hoje 7 de setembro de 2007, sinto que, estão me roubando talvez mais que tudo o que já me tenham roubado até agora, estão roubando a minha esperança!

Aqui um texto que certa vez me mandaram por e-mail, sem créditos e belíssimo ao que sinto falta em nosso país, neste amor que ai está descrito, penso do amor pela pátria e me fez lembrar aquela música de Os Incríveis:

“Eu te amo meu Brasil, eu te amo, meu coração é verde amarelo, branco e azul anil”

A inteligência sem amor te faz perverso.

A justiça sem amor te faz implacável.A diplomacia sem amor te faz hipócrita.O êxito sem amor te faz arrogante.A riqueza sem amor te faz avaro.A docilidade sem amor te faz servil.A pobreza sem amor te faz orgulhoso.A beleza sem amor te faz ridículo.A autoridade sem amor te faz tirano.O trabalho sem amor te faz escravo.A simplicidade sem amor te deprecia.A oração sem amor te faz introvertido.A lei sem amor te escraviza.A política sem amor te deixa egoísta.A fé sem amor te deixa fanático.A vida sem amor… não tem sentido.

________________EM TEMPO ( espero)

Olha gente…apesar de ter aprendido algumas coisas por aqui, me falta AINDA descobrir como se mexe no ENTRELINHAS desta bagaça do WordPress, então o texto limpo e fácil de ler que fiz no Word, colei aqui e na hora do “publicar” o lindinho do WP fez esta “zona” que ai está…de difícil leitura.
Outro ponto é esta blogagem ser originária do Blog Rapensando, visitem.

Solicito a paciência de todos, com a novata aqui, ok?
BRIGADIM! rs


Muito bons!!!

Setembro 5, 2007

Gente, olha só tenho a agradecer, aos “memes”, “tags”, ou seja lá como se chamam estas coisas que fazem com que andemos por ai conhecendo blogs que outros indicam ( na maioria de 5 em 5). Mas sempre estes meus dedinhos curiosos, clicam ainda nos comentários dos outros que jamais vi ou li e que ninguém indicou e,…Pronto lá vou eu nas aventuras bloguísticas!

Preciso por vezes, dar uns tapas nos meus dedinhos, senão fico por ai o dia todo, rs, tanta coisa boa tenho achado. Parabéns à todos! E obrigada pela boa recepção que tenho encontrado.

Alguns fazem pensar e repensar, outros rir e muito, outros ainda com dicas pra lá de boas de ‘zentas’ coisas que eu andava procurando.

Eu vou lendo e como sou meio bagunçada, vou linkando aqui para não perder ninguém, desculpe ai aos que nem perguntei se poderia fazer isso, mas é que como tenho ali o “Por onde ando”, e ando mesmo por eles, vou  colocando na listinha :)

Aos que vierem aqui, clique gente, porque tem muita gente boa por ai que vai adorar sua visita.

Vou aproveitar e dizer, que nem sempre comento comentários, já falei ali acima, “sou bagunçada”, mas sempre procuro retribuir visitas e “xeretar” ( esta é uma peculiaridade minha, rs), os blogs dos que passam por aqui :)

*Créditos da imagem


Cor-de-rosa-choque!

Setembro 3, 2007

figura1.jpg3.jpg Depoimento Rita Lee

“Eu tinha 13 anos, em Fortaleza, quando ouvi gritos de pavor. Vinham da vizinhança, da casa de Bete, mocinha linda, que usava tranças.
Levei apenas uma hora para saber o motivo.
Bete fora acusada de não ser mais virgem e os irmãos a subjugavam em cima de sua estreita cama de solteira, para que o médico da família lhe enfiasse a mão enluvada entre as pernas e decretasse se tinha ou não o selo da honra.
Como o lacre continuava lá, os pais respiraram, mas a Bete
nunca mais foi à janela, nunca mais dançou nos bailes e acabou fugindo para o Piauí, ninguém sabe como, nem com quem.

Eu tinha apenas 14 anos, quando Maria Lúcia tentou escapar, saltando o muro alto do quintal da sua casa para se encontrar com o namorado.
Agarrada pelos cabelos e dominada, não conseguiu passar no exame ginecológico.
O laudo médico registrou vestígios himenais dilacerados, e os pais internaram a pecadora no reformatório Bom Pastor,
para se esquecer do mundo.
Realmente; esqueceu, morrendo tuberculosa.
Estes episódios marcaram para sempre e a minha consciência e me fizeram perguntar que poder é esse que a família e os homens têm sobre o corpo das mulheres?

Ontem, para mutilar, amordaçar, silenciar.
Hoje, para manipular, moldar, escravizar aos estereótipos.
Todos vimos, na televisão, modelos torturados por seguidas cirurgias plásticas.
Transformaram seus seios em alegorias para entrar na moda da peitaria robusta das norte americanas.
Entupiram as nádegas de silicone para se tornarem rebolativas e sensuais, garantindo bom sucesso nas passarelas do samba.

Substituíram os narizes, desviaram costas, mudaram o traçado do dorso para se adaptarem à moda do momentoe ficarem irresistíveis diante dos homens.
E, com isso, Barbies de facaria, provocaram em muitas outras mulheres – as baixinhas, as gordas, as de óculos – um sentimento de perda de auto-estima.
Isso exatamente no momento em que a maioria de estudantes universitários (56%) é composta de moças.
Em que mulheres se afirmam na magistratura, na pesquisa científica, na política, no jornalismo.
E, no momento em que as pioneiras do minismo passam a defender a teoria de que é preciso feminilizar o mundo e torná-lo mais distante da barbárie mercantilista e mais próximo do humanismo.

Por mim, acho que só as mulheres podem desarmar a sociedade.
Até porque elas são desarmadas pela própria natureza.
Nascem sem pênis, sem o poder fálico da penetração e do estupro, tão bem representado por pistolas, revólveres, flechas, espadas e punhais.
Ninguém diz, de uma mulher, que ela é de espadas.
Ninguém lhe dá, na primeira infância, um fuzil de plástico, como fazem com os meninos, para fortalecer sua virilidade e violência.
As mulheres detestam o sangue, até mesmo porque têm que derramá-lo na menstruação ou no parto.

Odeiam as guerras, os exércitos regulares ou as gangues urbanas, porque lhes tiram os filhos de sua convivência e os colocam na marginalidade, na insegurança e na violência.
É preciso voltar os olhos para a população feminina como a grande articuladora da paz.
E para começar, queremos pregar o respeito ao corpo da mulher.
Respeito às suas pernas que têm varizes porque carregam latas d’água e trouxas de roupa.
Respeito aos seus seios que perderam a firmeza porque amamentaram seus filhos ao longo dos anos.
Respeito ao seu dorso que engrossou, porque elas carregam o país nas costas.

São as mulheres que irão impor um adeus às armas, quando forem ouvidas e valorizadas e puderem fazer prevalecer à ternura de suas mentes e a doçura de seus corações.
“Nem toda feiticeira é corcunda.
Nem toda brasileira é só bunda.” 2.jpg

 

 

 

 


Camiseta WordPress

Setembro 2, 2007

WP2001RED-flat A CAMISETA WordPress

Tem apenas 10 pessoas participando,  (até agorinha, momento em que estou fazendo este post) eles  precisam de 59 (ja que a Ale  anulou o numero 01) participamentes, lembrando que serao sorteadas 2 camisetas. Entao se voce ainda nao enviou seu trackback para ganhar sua camiseta WordPress, esse aqui eh o endereco: http://lista.wordpressbrasil.com/2007/eu-quero-a-camiseta-WordPress-2-chance/

Eu tô aqui tentando… Vamos ver se dá certo o taR do trackback, às vezes as coisas parecem simples como explicou a Ale (alma boa) lá no blog dela, mas para nós novatos, só sabemos mesmo se foi feito certo quando quem ensinou ou um em quem acreditamos que entendem, pois seu blog está cheio de cliques tecnológicos fofíssimos como o da Carola e o da Meiroca é que sossegamos rs. Então uma tipo eu, fica por ai perturbando a dizer;

” Aiiiiiiiiiiii me ensina isso, onde acho aquilo, como vou fazer aquele outro, quero participar, quero quero quero… rsrsrs e estas coitadas ficam malucas tentando ajudar-ensinar”

Escolhi o número 11 pois é um número que me persegue na vida :) adoro ele…hehehe

Ae Ale, ( só notei agora) mas acabo de pegar dois números 1 hehehe!!!

——————————————————————————————Nota:

Voltei no Blog da Ale e fiquei sabendo que tenho direito a mais um número…escolhi o 22, gosto de duplas hehe :)